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Eleições Portuguesas: Quem vai escrever o futuro de Portugal?

  • Convidado
  • 15 de jan.
  • 2 min de leitura

Atualizado: 15 de jan.

Anna Maria Salustiano é jornalista nordestina e europeia. Doutora em Ciências da Comunicação, dá aulas de Português à estrangeiros e aulas a crianças. Content Reviewer. Além dos diversos trabalhos para TV, Anna escreve para blogs, colunas e Portais de noticias.


Foto: Omar Ramadan

Escrito por: Anna Salustiano


Onze candidatos tentam ocupar a cadeira, em Belém. A concretização da ação do verbo ocupar, significa que o próximo presidente de Portugal, está prestes a ser escolhido, já agora, no dia 18 de janeiro. Numa eleição em que quatro candidatos tem reais possibilidades de disputarem um segundo turno, ou como chamam por aqui, de passar à segunda volta, prevista para 8 de fevereiro. A eleição definirá o Chefe de Estado Português, durante os próximos cinco anos.  

 

Neste momento, António José Seguro lidera as sondagens. Seguro é membro e antigo secretário geral do Partido Socialista e ex-ministro da República Portuguesa. Hoje, é professor auxiliar convidado na Universidade Autónoma de Lisboa e no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas. No discurso de apresentação da candidatura, Seguro sublinha:


“O que nos une nesta sala é o amor a Portugal. É por Portugal que sou candidato à Presidência da República. Acredito que o nosso país precisa de mudança e esperança numa vida melhor”. - José Seguro



Foto: Paulo Oliveira

Esta eleição, traz um número alto de candidaturas validadas. No meio dos 11 candidatos, apenas uma mulher. Catarina Martins do Bloco de Esquerda. Do lado político voltado à esquerda, seguem: António José Seguro, apoiado pelo Partido Socialista (PS), António Felipe apoiado pelo Partido Comunista Português (PCP). A seguir, o pintor Humberto Correia, o sindicalista, André Pestana, Jorge Pinto, apoiado pelo Livre, Cotrim Figueiredo, Iniciativa Liberal. Gouveia e Melo, Luís Marques Mendes, apoiado pelo Partido Social Democrata (PSD) e pelo Partido Popular (CDS). Tem André Ventura, apoiado pelo Chega. E por fim, o músico, Manuel João Vieira.

 

Dados de uma das últimas sondangens, publicadas na segunda-feira, dia 12 de janeiro pelo Centro de Estudos e Sondagens de Opinião (Cesop) da Universidade Católica Portuguesa, em uma parceria com a RTP e Antena 1, revela uma indefinição sobre quem deve passar à previsível segunda volta. O que é histórico, porque desde 1986 que não existem eleições presidenciais definidas em um segundo turno. O acontecimento se dá devido ao facto do candidato mais votado não alcançar mais de 50% dos votos expressos.

 

Por não haver urnas eletrónicas ainda, e o voto ser marcado em um boletim, um papel impresso, cerca de 218 mil eleitores ao solicitarem voto antecipado em mobilidade, começaram a votar no dia 11 de janeiro. O voto aqui, não é obrigatório e quem não conseguiu votar ainda, tem novamente, o dia 18 de janeiro para fazer.   

   

O escolhido substituirá o Presidente atual, Marcelo Rebelo de Sousa, eleito em 2016 e que termina o mandato em março deste ano.

 

Locais de votação 


Para quem vai votar, disponibilizamos de um link do site institucional com informações sobre o local de votação, o que precisa e o que fazer para votar https://www.gov.pt/guias/votar


Foto Montagem: Anna Salustiano



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