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Campeonato Pernambucano: o estadual mais desorganizado do Brasil

  • Convidado
  • 28 de jan.
  • 1 min de leitura

Escrito por: Anderson Menezes


Foto: PFF Divulgação

Já é sabido que os campeonatos estaduais vêm, há alguns anos, perdendo prestígio perante os grandes clubes, seja pelo baixíssimo nível técnico na maioria deles, como também pelos baixos valores distribuídos entre as equipes na disputa.


Os estaduais, que hoje viraram torneios de tiro curto — em grande parte como fruto da redução de datas promovida pela CBF após mudanças no calendário do futebol brasileiro —, vêm deixando, cada vez mais, de ser prioridade para as grandes equipes. Muitas delas optam por colocar o time Sub-20 nas primeiras rodadas da competição enquanto preparam seu elenco principal para os desafios mais importantes da temporada.


Mesmo com a desvalorização geral desses campeonatos, a Federação Pernambucana de Futebol, comandada pelo presidente Evandro Carvalho, parece se esforçar para tornar o Campeonato Pernambucano, também, o mais desorganizado do Brasil.



Foto: PFF Divulgação

São vistorias de estádios mal feitas, times do interior sem estádio próprio jogando na capital, tabelas alteradas como quem troca de roupa e a imposição de torcida única em clássicos. E não para por aí: a isonomia do campeonato também é ferida, como aconteceu no último domingo, 25, quando o clássico Santa Cruz x Náutico contou com a tecnologia do VAR enquanto os outros jogos da rodada não tiveram o mesmo recurso. Este é apenas um exemplo da bagunça em que se tornou a competição.


É uma pena, pois o Campeonato Pernambucano ainda bate recordes de audiência e engajamento digital, e merecia ser muito melhor gerido e organizado.


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